Etapas de Formação

Magistério

  1. “Antes da profissão perpétua, cada confrade aperfeiçoa sua formação pelo mínimo com dois anos de magistério. Este realiza-se numa comunidade de modo que possa oferecer a possibilidade de experiências significativas no apostolado josefino e oportunas avaliações” (C. 68).
  1. O magistério é, portanto, um período de amadurecimento vocacional que consiste em tomar diretamente contato com o modo como se vive a consagração religiosa nas comunidades apostólicas e de como se organiza e se atua a pastoral josefina.

    Realiza-se depois do período de estudos que segue o noviciado; em casos particulares pode ser colocado em outros períodos (D. 61), mas deve sempre desenvolver-se antes da profissão perpétua.
  1.  Esta experiência permite ao confrade verificar o grau de interiorização dos valores da vida religiosa, assumidos nas sedes de formação, e ao mesmo tempo pode verificar as suas atitudes para a vida comunitária apostólica e para a atividade educativa, em vista de uma opção definitiva da consagração josefina.
  1. O magistério dura pelo menos dois anos. Por motivos de caráter formativo, mediante solicitação do confrade interessado ou dos formadores, esta experiência pode ser prolongada além dos dois anos e pode desenvolver-se também em comunidade fora da respectiva província.
  1. O confrade magisteriante vive sua experiência formativa com espírito de fé, disponível às renúncias requeridas pelo apostolado josefino e como um período privilegiado para amadurecer a sua consagração josefina. 

    Sem descuidar em nada os seus compromissos e trabalhos pessoais, coloque como fundamento da sua atividade apostólica a oração pessoal e comunitária, o encontro cotidiano com Deus na Eucaristia, o diálogo freqüente com o orientador espiritual e a fidelidade ao sacramento da reconciliação. Portanto deve ser atuado numa comunidade que seja significativa na vida religiosa e no apostolado.
  1. Vivendo a experiência do magistério, o confrade pode verificar as suas reais possibilidades com a vida concreta das nossas comunidades, avaliar a força das motivações que o sustentam na sua opção de consagração a Deus e aos jovens, e a própria capacidade de viver os votos com serena responsabilidade numa comunidade de irmãos.